domingo, 10 de julho de 2011

Avril Lavigne


E aqui vou eu, estreando minha nobre tarefa de dar a minha opinião negativa ou positiva sobre músicos do mundo inteiro. E resolvi fazer as honras com Avril Lavigne.

Avril Lavigne é uma cantora pop canadense nascida em 27 de setembro de 1984, na pequena cidade de Napanee, e já lançou quatro discos de estúdio: Let Go (2002), Under My Skin (2004), The Best Damn Thing (2007) e Goodbye Lullaby (2011).

Posso dizer com certeza que fui uma das primeiras fãs de Avril no Brasil, lá pelos idos de 2002, com meus 6 anos de idade. Eu não tinha a menor noção do que era rock n' roll naquela época, e ganhei um single promocional de "Complicated" numa promoção de rádio. Gostei da música, e mais tarde vi um vídeo e me apaixonei pelo estilo dela. Meu maior sonho era ser skatista, então.

Passei 7 anos da minha vida sendo fã da loira canadense, acompanhando fielmente suas mudanças, fui até mesmo ao seu show em 2005. Porém, ao mesmo tempo que as pitadas rock do som de Avril foram desaparecendo, o meu gosto musical foi mudando. E a fase rosa de Avril, que dura até os dias de hoje, só me decepcionava cada vez mais.

Hoje consigo fazer uma análise construtiva de suas músicas. Ela tem uma voz agradável em seus primeiros dois CDs. O instrumental é simples, ela aposta bastante em baladas românticas e também em músicas mais intensas, mas é claro que os temas das letras não são nada profundos - apenas "Slipped Away", que fala sobre a morte do avô da cantora, passa longe do tema garotos. Se você tem paciência com música pop mascarada de rock, não achará um grande sacrifício escutá-la.

Então Avril se casou e desistiu abandonar de vez a imagem de roqueira que ela tentava passar, transformando-se em tudo aquilo que ela sempre disse repudiar: feliz, animada, fazendo coreografias e usando rosa. Na época em que tinha 17 anos parecia mais madura do que hoje em dia, aos 26. Mas até mesmo The Best Damn Thing, seu CD de 2007, tem músicas suportáveis.

E então veio "Alice", na minha opinião a pior música que Avril já teve coragem de gravar em toda a sua carreira. Seu novo CD? Nem tive coragem de ouvir direito: "What the Hell" e "Smile" já me provaram que meu coração ex-fanático vai se partir em mil pedacinhos se se sujeitar a ouvir mais atrocidades musicais vindas de sua heroína da infância.

Mas não me arrependo dos sete anos de fanatismo convicto. Minha opinião atual é de que Avril cansou de ser a roqueira do shopping e virou a musa adolescente sensual e feminina que sempre quiseram que ela fosse, com alguns anos de atraso. A música? Eu ainda sei as letras dos primeiros discos de cor, e não me envergonho de cantar junto com "Things I'll Never Say"; mas me recuso terminantemente a escutar qualquer nova peripécia da srta. Lavigne.

Post dedicado a ela mesma, Avril. Beijos da sua maior ex-fã.

Postado Por: Cathy

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